Angiologista explica que o
termo se refere a duas condições, em que um coágulo de sangue se forma
na perna e pode se deslocar até o pulmão
A diretora de marketing do grupo
Getinge, Jennifer Herbst, explica que o Flowtron ACS900 conta com
Smartsense™, uma tecnologia que reconhece instantaneamente a perneira de
compressão intermitente que está ligada à bomba e ajusta o ciclo de
compressão em conformidade, sem qualquer intervenção adicional do
utilizador. "É possível utilizar ao mesmo tempo uma combinação de
diferentes perneiras de compressão intermitente, como por exemplo para o
pé e perna, proporcionando comodidade e opção de escolha para o
paciente e o cuidador. Fácil de utilizar, assegura sempre o fornecimento
correto da terapia de compressão ativa", explica a diretora de
marketing.
Já Flowtron Excel, de acordo com
Jennifer, "é um equipamento leve, de fácil manuseio e limpeza, além de
não possuir ruídos ou vibrações. Ambos sistemas de prevenção de trombose
venosa profunda contam com perneiras de tecido leve e poroso,
garantindo conforto e ajudando a prevenir o acúmulo de calor e umidade",
explica. A diretora explica como funciona o recurso: "Ao aplicar a
compressão em um membro, através de dispositivos com o comprimento da
panturrilha ou da coxa, ele aumenta a velocidade do sangue nas veias
profundas, reduz a estase e estimula a fibrinólise - método natural do
corpo para prevenir e desfazer os coágulos", garante. Além de cirurgias,
o recurso também é adequado para outros grupos de pacientes, incluindo
cuidados críticos, obstetrícia e medicina geral.
De acordo com Jennifer, as duas novas soluções são eficazes para evitar o risco de TEV em hospitais.
A cirurgiã vascular e angiologista Dra.
Aline Lamaita, médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein,
explica que o termo se refere à condição na qual há o desenvolvimento de
um "trombo", um coágulo sanguíneo, nas veias das pernas e coxas. "Esse
coágulo causa uma inflamação na parede do vaso e é chamado de Trombose
Venosa Profunda (TVP). Quando esse trombo se solta e se desloca até o
pulmão, ele é chamado de Embolia Pulmonar (EP) e em muitos casos é
fatal", explica a médica. Essa situação, de acordo com a angiologista, é
de alto risco para pacientes hospitalizados, que passaram por cirurgias
e que estão em longos períodos de imobilidade, por conta de uma
deficiência na circulação sanguínea.
Alguns outros fatores aumentam o risco
para o aparecimento desse quadro em pacientes clínicos e cirúrgicos:
abortamento recorrente, acidente vascular cerebral, anticoncepcional
hormonal, câncer, cateter venoso central, doença inflamatória
intestinal, doença pulmonar obstrutiva crônica, idade maior que 55 anos,
infecção, insuficiência arterial periférica, cardíaca ou respiratória,
obesidade, internação em UTI, paralisia dos membros inferiores,
quimioterapia, reposição hormonal, tabagismo, varizes, insuficiência
venosa periférica, antecedente familiar de trombose e TEV prévio.
De maneira geral, segundo a
angiologista, os sinais de uma trombose venosa profunda são: dor, calor,
sensibilidade, inchaço e vermelhidão nas pernas. "Quanto aos sinais de
uma embolia pulmonar, temos a falta inesperada de respiração, a
respiração rápida, a dor no peito e a frequência cardíaca", comenta a
médica. "Sentindo qualquer um desses sinais, o médico deve ser chamado
imediatamente", finaliza a angiologista.
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